
Na década de 1990, com os selos Banguela Records e Excelente, Carlos Miranda lançou nomes como Raimundos. Como produtor musical lançou, entre outros grupos, Skank, O Rappa, Virgulóides, Blues Etílicos, Cordel do Fogo Encantado, Cansei de Ser Sexy, Móveis Coloniais de Acaju, MQN, Mundo Livre SA e o primeiro disco da Graforréia Xilarmônica, Coisa de Louco II. Criou e dirigiu o site Trama Virtual, que é um projeto de distribuição online de artistas independentes por MP3. Antes disso, como jornalista da área de música, Miranda trabalhou para a revista Bizz.É um político e escritor brasileiro, eleito em 2010 para mandato de deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro a partir de fevereiro de 2011. Luta contra a privatização do Ensino Técnico e organizou núcleos de discussões sobre LGBT no Pará. Jornalista com mestrado em Letras e Linguística pela UFBA, professor de Cultura Brasileira e de Teoria da Comunicação na ESPM e na Universidade Veiga de Almeida – ambas no Rio de Janeiro, é também escritor.
É ensaísta, professora, curadora, apresentadora de TV e pesquisadora acadêmica brasileira, atuante na área de comunicação e cultura, com ênfase nas questões relativas ao papel da comunicação, da produção audiovisual e das novas tecnologias na cultura contemporânea. Graduada em Comunicação Social (1986), concluiu o mestrado, com a tese Percepção e Verdade: da Filosofia ao Cinema (1991), e o doutorado em Comunicação, com a tese Cartas ao Mundo: Teoria e Biografia na obra de Glauber Rocha (1997), sempre na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura e Diretora da Escola de Comunicação desde 2006. É autora de Cartas ao Mundo: Glauber Rocha (organização e introdução, publicado pela editora Companhia das Letras, 1997) e Joaquim Pedro de Andrade: a revolução intimista (Editora Relume Dumará, 1996). É co-editora das revistas Cinemais: Cinema e outras questões audiovisuais e Global (Rede Universidade Nômade).
Claudia Leitão foi secretária de Estado da Cultura do Ceará
entre 2003 e 2006, quando, desenvolveu um plano estadual com o lema “Valorizando a diversidade e promovendo a cidadania cultural”. Destacou-se pela implementação do Sistema Estadual de Cultura no Ceará, o que lhe rendeu o primeiro lugar do Prêmio Cultura Viva, do Ministério da Cultura, na categoria Gestão Pública. Formada em direito e educação artística, e com mestrado e doutorado em sociologia, é atualmente conselheira do Programa Cultura Viva, pertence à Rede de Estudos em Políticas Culturais (Redepcult) e integra o conselho de redação da revista eletrônica Políticas Culturais em Revista, da UFBA. Em 2011, foi nomeada secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura.

É professor de Estudos Americanos e de Espanhol e Português na Universidade de Nova York, e também atua como diretor do Centro de Estudos da América Latina e Caribe. Ele dirige o Projeto de Privatização da Cultura de Pesquisa sobre Política Cultural e da Rede Interamericana de Estudos Culturais, cujo objetivo é engajar os estudiosos, intelectuais, ativistas e artistas em diálogo Norte-Sul sobre o papel do trabalho cultural em promover a participação cidadã na estética, política, social e questões econômicas.
Atua há mais de 30 anos junto à movimentos sociais e culturais como o estudantil (no final da ditadura), sindical (nos anos 80, tendo sido fundador do primeiro sindicato de servidores públicos do Brasil, em1988). Foi Secretário Municipal de Cultura de Campinas de 1990 a 1992, Diretor do Departamento de Programas de Lazer na Secretaria de Esportes, na gestão de Marta Suplicy. Também foi Secretário na Secretaria da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura entre 2004 e 2010, período em que criou o Programa Cultura Viva, política do Ministério da Cultura que marca uma mudança de paradigma na elaboração de políticas públicas para a Cultura no Brasil.